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Histórico do Colégio

COLÉGIO ESTADUAL SAGRADA FAMÍLIA


A fundação do Colégio Estadual Sagrada Família deu-se em 15 de janeiro de 1925, onde fariam parte as primeiras Irmãs: Ir. Úrsula Przydrozna – supervisora da casa, Ir. Filomena Kosidocki – diretora e professora do 3º e 4º ano, Ir. Ladislava Bodnar – professora do 2º ano e Ir. Sofia Raluch, professora do 1º ano e organista.

O Colégio começou em uma casa alugada, onde morava o Padre Ladislau Kula, o então vigário, que passou a residir em outra casa.

Para a manutenção do Colégio, a comunidade campolarguense pagou o primeiro ano de aluguel. Na escola os alunos tinham também catequese, preparação para a 1ª Eucaristia, coro e zelavam pela igreja.

A escola era particular. A mensalidade de acordo com o dinheiro da época era de 3 a 5 mil réis. Muitos eram os alunos que não podiam pagar, fazendo com que a situação do colégio se tornasse cada vez mais difícil, e assim foi durante 5 anos.

Como havia em Campo Largo vários poloneses, pediram que as Irmãs dessem aulas em polonês para seus filhos, sendo então designada para tal função a Irmã Anastácia.

Foi emprestado dinheiro dos colonos da cidade, com o qual comprou-se uma casa, no mesmo terreno onde está o atual colégio, porém era uma casa muito pequena que dificultava a atividade das irmãs, não comportando o número de alunos.

Após três meses adquiriram mais uma casa grande ao lado, que servia então de depósito. Foi reformada durante 5 meses e recebeu o nome de Colégio Santa Terezinha.

Com mais espaço puderam ampliar suas atividades, abrindo o internato que contava com 36 crianças que faziam trabalhos manuais, pinturas.

Nesta época a Diretora era a Ir. Tereza Rebacky, também responsável pelos trabalhos manuais, com os trabalhos de pintura a cargo da Ir. Valentina Kaminski. As professoras que ministravam aulas eram as Ir. Josefine e Ir. Rosária.

Em 1939 quem dirigia a escola era a Ir. Regina Kachinski. Nesta época a escola atravessou sérias dificuldades, tempo em que as irmãs chegaram a passar fome.

Só existia em Campo Largo o Colégio Santa Terezinha e o Grupo Escolar Macedo Soares, que era estadual, tendo como Diretora a Senhora Madalena Portella.

Com o aumento da anuidade do Colégio Santa Terezinha, os alunos se transferiram para o Grupo Escolar Macedo Soares, ficando o colégio com apenas 25 crianças, mais as internas.

O então prefeito, Antonio Gabardo, aconselha as Irmãs a mandarem as crianças restantes ao Grupo Macedo Soares e fecharem a escola, mas o Vigário, Aloísio Domanski, achou que as Irmãs deveriam continuar lutando, o colégio não podia parar.

Surgiu então o pedido de Assistência Social de Curitiba, para que o colégio pudesse receber crianças assistidas, e também por necessidade de sobrevivência, realizando assim uma das finalidades da Congregação. Foram recebidas perto de 100 crianças.

Como aumentava consideravelmente o número de alunos, surgiu a necessidade de ampliar o número de salas de aula.

Em 1947, sob a Direção da Ir. Regina Kachinski e orientação do Vigário da Paróquia, Monsenhor Aluísio Domanski, e com a ajuda de um vereador muito influente, o Senhor Pedro Sovierzoski, e a colaboração do prefeito Joaquim Ribas de Andrade, lançou-se a ideia da construção de um ginásio em Campo Largo.

Para tanto, houve insistência da Superiora na construção, mas a Congregação não estava de acordo visto as dificuldades financeiras que atravessavam.

O Senhor Pedro Sovierzoski providenciou a planta, e com ele o Monsenhor Aluísio Domanski conseguiram as primeiras verbas.

Os professores Antonio Cicarino Pereira e Helena Dobrszanski Savio, junto com a Ir. Regina, percorreram as Colônias, principalmente a Colônia Dom Pedro II, Figueiredo e Colônia Cristina, onde conseguiram empréstimos para dar início à construção do Colégio.

Por outro lado, a Ir. Crispina Iubel com a ajuda de outras Irmãs, começaram a desenvolver o plano curricular e formar o processo escolar para ser aprovado, com o objetivo de funcionamento da escola em 1947.

O movimento contou os professores Antonio Cicarino Pereira e Helena Dobrszanski Savio, que iniciaram as aulas preparatórias para o exame de admissão, cada um tendo uma turma com 35 alunos. Enquanto isso, o Monsenhor Aluísio Domanski, a Ir. Regina e o Sr. Pedro (chamado de engenheiro da obra, porque pagava os empregados da construção e muitas vezes ele próprio ajudava a carregar os carrinhos de areia, tijolos, etc), iniciaram a derrubada da antiga casa, para proceder o início da construção.

Enfim em 03 de março de 1947, foi lançada a pedra fundamental para a construção, mas ainda não tinham conseguido a autorização.

Os professores encarregados das turmas sofriam pressão dos pais dos alunos, porque o tempo já estava passando para o exame de admissão. Dr. Francisco Albizú garantia o funcionamento do ginásio, e graças a esse dinâmico e esforçado professor, veio a autorização para os exames de admissão, o qual aconteceu no dia 08 de março de 1947, e no dia 15 de março de 1947 iniciaram-se as aulas.

Enquanto se construía o Ginásio, as aulas eram ministradas no Clube Polonês, cedido pelo seu presidente Sr. Pedro Sovierzoski, sendo dividido em 2 salas com carteiras duplas, sendo uma turma de 6ª série com 8 aluns e uma turma de 5ª série com 60 alunos.

Foi então designado oficialmente como 1º Diretor o Sr. Francisco Albizú. A secretária oficial foi a Irmã Crispina Iubel, mas na verdade quem respondia pela escola era o vice-diretor, o Professor Antonio Cicarino Pereira e na secretaria a Irmã Olga Zerich era quem atendia. Foram os primeiros professores: de Língua Portuguesa: Antonio Cicarino Pereira, de Educação Física e Geografia: Helena Dobrszanski Savio, de História: Gema Puppi, de Francês: Thereza Catarina Puppi, Latim e Matemática: Clementino Schiavon Puppi, de Inglês: Francisco Albizú.

Esta luta constante com muitos obstáculos e situações precárias continuou até o ano de 1949, quando iniciou-se o Colégio – propriamente dito, que perdura até hoje.

Os primeiros anos foram de resignação e sacrifício para as Irmãs e seus primeiros professores que lutavam de mãos dadas sem usufruir benefício financeiro algum.

Mas graças a ajuda de pessoas como o Monsenhor Aluísio Domanski, Sr. Pedro Sovierzoski, Sr. Joaquim Ribas de Andrade, que ainda na ocasião doou alguns metros quadrados de terra para a Congregação da Sagrada Família, a escola cresceu. Além disso, destacaram-as as Irmãs, que muito contribuiram para o surgimento do Colégio: Irmãs: Regina, Olga, Crispina, Cornélia, Isidora, Madre Stefânia.

Ainda neste ano de 1947 foi fundado o Grêmio Cívico Literário Castro Alves, filiado ao Colégio Sagrada Família, sendo seu coordenador o Professor Antonio Cicarino Pereira com auxílio da Professora Helena D. Savio.

De ano para ano o Ginásio foi aumentando, até que 11 anos depois, a pedido dos políticos, Sr. Herculano Schimaleski, então Prefeito Municipal, e o Deputado Estadual Dr. Mário Faraco, o Colégio foi estadualizado, no ano de 1958.

Enquanto o ginásio foi se desenvolvendo apesar das dificuldades encontradas, procurava-se criar uma escola de 2º Grau para que os alunos, ao saírem do Ginásio, tivessem como prosseguir seus estudos. Foi pensando nisso que, em 23 de fevereiro de 1956, pelo Decreto nº 543, assinado pelo Governador Moisés Lupion, foi criada a Escola Normal Secundária Padre José de Anchieta.

Em 02 de janeiro de 1957, a professora Diva Vidal – chefe do Serviço Normal da Secretaria de Educação e Cultura, instalou a Escola Normal, com 35 alunos na primeira turma, tendo como professores: Irmã Fabiola, Odila Portugal Castagnoli (Diretora do Grupo Escolar Macedo Soares), Helena D. Savio (Inspetora Auxiliar de Ensino na época), Atílio Brunetta, Thereza Catarina Puppi, Neuza Lúcia Jochinsen Barbosa, Irmã Isidora.

Foi dirigida durante muito tempo esta escola pela Irmã Fabiola, tendo como secretária a Irmã Crispina, que veio a ser substituida pela professora Helena D. Savio.

Em março de 1967, pela Portaria nº 3650, foi designada para o cargo a Irmã Violeta.

Outros professores: Irmã Violeta, Irmã Dolores, rosa Sovierzoski, Elga M.T. Marthaus, Maria Tereza Rincoski, Irmã Zulema, Niuzete Pianaro Souto, Irmã Luiza, Anna Donatto.

Com a criação da Escola Normal criou-se a necessidade de haver um lugar para que as normalistas pudessem fazer a prática do ensino, sendo criada então a Escola de Aplicação Padre José de Anchieta que já funcionava desde longos anos na casa das Irmãs com o nome de Instituto Santa Terezinha, e pelo qual passaram centenas de estudantes que receberam instrução primária e religiosa, passando depois a ser primeiro anexo ao ginásio.

No ano de 1967, sob a Direção da Irmã Regina, a escola contava com 113 alunos a tinha como professoras as Irmãs Isidora, Lucíla, Anete e Regina.

Pela Portaria nº 5257, de 12 de dezembro de 1962, torna-se Diretora a Irmã Isidora, tendo 578 crianças e os seguintes professores: Rosa Sovierzoski, Carmem Pereira Gabardo, Irmã Zulema, Amélia Marcovicz, Enedir T. Stoco, Eny Padilha, Reny Ferreira, Irmã Genoveva, Maria de Jesus Ferreira, Arilde C. Vidal, Irmã Ana, Zita Y. Netzel, Dirce Tuginski, Irmã Filotéia, Irmã Bernardina, Inês T.P. Boaron, Irmã Carolina, Irmã Idalina, Elga M. T. Marthaus, Maria Tereza Rincoski, Ignês K. Cavalli, Thereza C. Puppi, Irmã Isidora.


A Escola Primária, teve como Diretoras:


-- 1947 -1949- Ir. Regina Kachinski

-- 1950- 1954- Ir.Stefânia Lugowska

--1955- 1961- Ir. Paulina Iubel.


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Escola Normal Colegial Padre José de Anchieta

Diretora: Julia Flávia Rusczyr - 1956 - 1975.


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Escola de Aplicação Padre José de Anchieta.

De 1962 - 67- a Direção coube a Ir. Anna Spak

O Ginásio de 1965 --> (6 meses) Tereza Catharina Puppi

De 1976- 84 - diretora do Magistério e 2º Grau foi a Irmã Amalim Miguel.

Em 1978- Diretora auxiliar Amalim Miguel.

Em 1986 - 1995- Diretora auxiliar Oliva Nallon.

Em 1996 - Vice-Diretora Maria Dores Ramos.

Atualmente a Diretora Auxiliar responsável pelo Ensino Médio e Formação de Docentes é a Irmã Tereza Przepiura.


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COLÉGIO ESTADUAL SAGRADA FAMÍLIA
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Colégio Santa Terezinha

Iniciou em 15 de Janeiro de 1925, em 1942 passou a chamar- se Instituto Santa Terezinha.

1ª Diretora foi a Irmã Filomena Kosídocki.

2ª Diretora foi a Irmã Tereza Rebacki.

Em 1939 assume a direção Irmã Regina Kachinski, dando início em 1947 a construção do Colégio Sagrada Família de Campo Largo.


Diretores do Colégio Estadual Sagrada Família:


1º - Dr. Francisco Albizú

2º - Prof. Antonio Cicarino Pereira

3º - Prof. João Trawalier

4º - Irmã Maristela (Zenir Crippa)

5º - Thereza Catarina Puppi

6º - Irmã Dolores (Daicy Bertoli)

7º - Irmã Lucia Staron

8º - Bernadeth Nivair Delsotti Cequinel

 

Secretárias:

1ª - Irmã Crispina Iubel

2ª - Irmã Cornélia Iubel

3ª - Irmã Aloísia

4ª - Irmã Edvirges

5ª - Laíde Bertoli

6ª - Marlene Buwai Lucif


Atualmente, o Colégio Estadual Sagrada Família conta com 1704 alunos, entre Ensino Fundamental – 5ª a 8ª séries, Ensino Médio e Formação de Docentes, além de turmas do CELEM.

As séries iniciais do Ensino Fundamental estão a cargo da Escola Municipal Anchieta, e desenvolve suas atividades nas mesmas dependências do Colégio Estadual Sagrada Família.

Atualmente quem responde pela Direção é Bernadeth Nivair Delsotti Cequinel, tendo como Diretoras Auxiliares: Maria Rosalva Chibior do Nascimento e Irmã Tereza Przepiura.

 

(Texto adaptado de "Histórico do Colégio Estadual Sagrada  Família", trabalho realizado em 1981 por: Tereza Buch Castro da Cruz, Loriéte B. S. Vaz da Silva, Ilze Maria Coelho.)

Fachada do Colégio, abaixo o Chafariz.

Alunos em desfile na frente do Colégio.

Construção do atual prédio.

Colégio Estadual Sagrada Família, atualmente.

 


 







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